<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="WordPress/2.6" -->
<rss version="0.92">
<channel>
	<title>Literatura abstrata</title>
	<link>http://artej3m.blog.terra.com.br</link>
	<description>Poesia quântica  - por Jesse Marlon</description>
	<lastBuildDate>Fri, 06 Mar 2009 12:05:51 +0000</lastBuildDate>
	<docs>http://backend.userland.com/rss092</docs>
	<language>en</language>
	
	<item>
		<title>A tela</title>
		<description>A vontade, &#233; uma arte,
que ainda n&#227;o podemos dominar.
&#201; tela pronta, na parede,
sem nada a mostrar.
O que queremos,
&#233; sempre a vida,
que n&#227;o sabemos pintar;
ou vida pronta,
sem ter o que pintar.
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160; Jesse Marlon </description>
		<link>http://artej3m.blog.terra.com.br/2009/03/06/a-tela/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Tic tac</title>
		<description>Mais belo,
&#233; o dia, que depende de n&#243;s.
Como deuses,
fazemos at&#233; o sol brilhar.
A vida n&#227;o passa,
passamos pelos momentos,
que ela tem a nos mostrar.
E vamos,
esquecendo at&#233; das horas &#224; contar.
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160; Jesse Marlon </description>
		<link>http://artej3m.blog.terra.com.br/2009/03/06/tic-tac/</link>
			</item>
	<item>
		<title>O pano de chão</title>
		<description>Assim que passo,
o pano no ch&#227;o,
vejo o reflexo de mim;
sem saber,
que sempre esteve tudo ali,
tudo que tem em mim,
s&#243; n&#227;o via,
porque tava sujo,
eu tentei esconder.
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160; Jesse Marlon </description>
		<link>http://artej3m.blog.terra.com.br/2009/03/06/o-pano-de-chao/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Reflexo</title>
		<description>Reflete num vidro,
o que talvez,
eu n&#227;o queira ser.
Parece,
que estou contente,
que sei o que fazer.
Mas, o que eu quero mesmo,
&#233; vencer,
o dono do reflexo,
o outro lado do vidro.
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160; Jesse Marlon </description>
		<link>http://artej3m.blog.terra.com.br/2009/03/06/reflexo/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Morte</title>
		<description>A morte &#233; triste,
porque tem cor de morte,
&#233; reto como o esquife,
e tem sombras.
Tem choro, tem velas,
tem ar fun&#233;reo.
Tem tudo que n&#227;o &#233; a morte.
Pode sim,
e por que n&#227;o,
ser uma primavera.
Que renasce, depois do inverno,
tudo que um dia foi morte.
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160; Jesse Marlon </description>
		<link>http://artej3m.blog.terra.com.br/2009/03/06/morte/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Jogo da vida</title>
		<description>A cada dia de vida,
se conta seus tentos.
Nas fases da vida,
ganha-se, ou n&#227;o.
No final do jogo,
&#233; que se soma tudo.
Tem gente que chora,
e outros que riem.
Nesse jogo,
o importante &#233; passar de fase,
n&#227;o &#233; competir.
Sen&#227;o, joga tudo de novo.
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160; Jesse Marlon </description>
		<link>http://artej3m.blog.terra.com.br/2009/03/06/jogo-da-vida/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Pra que existir</title>
		<description>Não é para a evolução do corpo,
que nascemos.
Existimos,
pela necessidade que nosso espírito tem,
de despontar,
evoluir, até não precisar mais,
de um corpo, pra viver.
Não deve ter muita diferença,
nosso corpo, com o de uma flor,
a não ser que,
a vida fosse só isso.

     Jesse Marlon

 </description>
		<link>http://artej3m.blog.terra.com.br/2009/02/17/pra-que-existir/</link>
			</item>
	<item>
		<title>A minha verdade</title>
		<description>A verdade,
eu sei o que é.
É tudo o que eu sinto;
e tudo o que sei;
é tudo o que faço;
e o que eu não sei.
A verdade é tudo,
o que não agride,
a minha consciência.

     Jesse Marlon </description>
		<link>http://artej3m.blog.terra.com.br/2009/02/17/a-minha-verdade/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Arquivos ocultos</title>
		<description>O que é que tanto procuro,
aqui dentro,
que não sai nem aparece,
pra eu saber o que é.
O que é que pode ser,
pra eu procurar tanto,
e fazer-me acreditar,
no que vou fazer,
quando achar.

     Jesse Marlon </description>
		<link>http://artej3m.blog.terra.com.br/2009/02/17/arquivos-ocultos/</link>
			</item>
	<item>
		<title>A lavoura</title>
		<description>Minha existência,
é terra arrendada,
de searas em vidas.
Colho, a cada safra,
ou da vida anterior.
É do criador,
todas as minhas terras;
também, as sementes,
as chuvas e o sol.
E o meu trabalho,
é só acreditar.

     Jesse Marlon

 </description>
		<link>http://artej3m.blog.terra.com.br/2009/02/16/a-lavoura/</link>
			</item>
	<item>
		<title>O pão da vida</title>
		<description>Não é com prazer,
que se ganha o pão.
Custa, a meretriz,
o preço da consciência.
Ao marginal,
a vergonha latente,
por não se auto sustentar.
Não poderia ser diferente,
com a vida.
O orgasmo,
não é nada,
além de uma oportunidade,
de acolher, uma vida nova.
Não é dono,
só tutor.
O pão se ganha, pra viver.
a vida...

     Jesse Marlon </description>
		<link>http://artej3m.blog.terra.com.br/2009/02/16/o-pao-da-vida/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Medos</title>
		<description>Ao abrigo da depressão,
justificamos os fracassos,
e no conforto da ilusão,
saciamos o ego,
de deleites efêmeros.
E assim, vai.
Vai passando a vida,
sem brilho, sem luz,
e com a eterna sensação de fracasso;
e cheiro da derrota.

     Jesse Marlon </description>
		<link>http://artej3m.blog.terra.com.br/2009/02/16/medos/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Terra da gente</title>
		<description>A semente não erra,
é que faltou adubo.
Não foi plantado dor,
nem amor.
A semente é pura e
simplesmente, semente.
Poderia até ser chamada de esperança.
A terra é que erra,
deixa brotar,
o medo,
o orgulho e a vaidade.

     Jesse Marlon </description>
		<link>http://artej3m.blog.terra.com.br/2009/02/16/terra-da-gente/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Ao meio</title>
		<description>Parte de mim,
quer um tanto,
a outra parte,
só sente.
Não sou metade,
só por inteiro.
Tenho um corpo que pensa,
e faz diferente.
Tenho ainda,
uma parte podre.

     Jesse Marlon </description>
		<link>http://artej3m.blog.terra.com.br/2009/02/16/ao-meio/</link>
			</item>
	<item>
		<title>A estrada da vida</title>
		<description>Quando eu achei que venci,
e lá de cima,
vi, que não tinha passado,
por aqueles difíceis caminhos;
lembrei dos atalhos largos que segui.
Larguei os louros de sal,
e voltei.

     Jesse Marlon </description>
		<link>http://artej3m.blog.terra.com.br/2009/02/16/a-estrada-da-vida/</link>
			</item>
</channel>
</rss>
